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dc.contributor.authorCorrea, Patrícia de Salles-
dc.contributor.otherChalhub, Tania (Orientadora)-
dc.date.accessioned2026-06-09T14:28:00Z-
dc.date.available2026-06-09T14:28:00Z-
dc.date.issued2026-03-
dc.identifier.citationCORREA, Patrícia de Salles. Acessibilidade linguística na saúde pública. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação Pedagogia Bilíngue), Departamento de Ensino Superior, Instituto Nacional de Educação de Surdos, Rio de Janeiro, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ines.gov.br/ilustra/handle/123456789/1567-
dc.description.abstractQuando se nega à pessoa surda a comunicação em sua língua natural, a Língua Brasileira de Sinais (Libras), está se negando também a sua participação plena na sociedade e o direito à saúde de forma equitativa. O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 (Brasil, 2005), regulamenta a inclusão e o ensino de Libras em diversas esferas, incluindo a saúde. Apesar da existência dessa e de outras leis que asseguram os direitos das pessoas com deficiência e garante igualdade de acesso aos serviços de saúde, a realidade encontrada é bem diferente. A falta do básico — uma comunicação direta e clara — ainda é um grande obstáculo para muitas pessoas surdas. Este artigo discute as barreiras comunicacionais enfrentadas por pacientes surdos na atenção primária à saúde, a partir de experiências vivenciadas em uma Clínica da Família no Rio de Janeiro. Com base na narrativa autobiográfica e revisão bibliográfica, o estudo propõe reflexões e estratégias para ampliar o uso da Libras nos serviços de saúde, contribuindo para um atendimento mais seguro, inclusivo e alinhado aos princípios de equidade do SUS. A pesquisa evidencia a ausência de profissionais capacitados em Libras e os riscos decorrentes da falta de acessibilidade linguística, especialmente no acolhimento, na identificação correta do paciente e na orientação sobre medicamentos. Refletir sobre atendimento em Libras na Saúde é essencial para transformar o ambiente em um espaço verdadeiramente inclusivo, onde o diálogo e o respeito sejam parte da rotina profissional. O atendimento ao paciente em sua língua é um direito linguístico e humano da pessoa surda de expressar o que sente e pensa com autonomia, respeito e pertencimento, mas principalmente a garantia de atendimento seguro e serviço adequado.pt_BR
dc.language.isosgn_BRpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherINESpt_BR
dc.subjectSurdospt_BR
dc.subjectAcessibilidadept_BR
dc.subjectSaúde Públicapt_BR
dc.subjectAtenção à saúdept_BR
dc.titleAcessibilidade linguística na saúde pública.pt_BR
dc.typeTextopt_BR
dc.typeVideopt_BR
dc.producerINES-
dc.audience.educationLevelEnsino Superiorpt_BR
dc.description.generalTCC com 32 páginas, com resumo em Libras.pt_BR
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